
O aumento de casos tiveram um desfecho assustador. Entre a noite de sexta, 5, e a segunda-feira, 8, foram 13 mortes no hospital, e na UPA, mais dez.
A estimativa é de que 10% dos pacientes diagnosticados precisem de hospital e de 1% a 2% vão a óbito. Como não há velório, as mortes causam ainda maior comoção que ganham voz nas redes sociais, informa o jornal Folha do Mate. É pela internet que muitas famílias se sentem abraçadas.
Glênio Schlosser, 49 anos, era pastor. Atualmente, era proprietário de uma empresa que fabricava joias. Todas as óticas e relojoarias eram clientes dele. A rapidez de sua morte surpreendeu. “Ele se cuidava muito, sempre usava os equipamentos de proteção”, comenta a esposa.
Óbitos
Entre a noite de sexta-feira e o sábado:
Mulher de 81 anos
Mulher de 51 anos
Homem de 49 anos
Entre noite de sábado e domingo:
Mulher de 66 anos
Mulher de 49 anos
Homem de 86 anos
Homem de 85 anos
Homem de 75 anos
Mulher de 38 anos
Segunda-feira:
Homem de 66 anos



