Tupanciretã – RS – (Região de Santiago) – A família de Luiz Antônio da Costa Viana, de 58 anos, vive dias de angústia. O trabalhador rural morreu no domingo (31) após o carro que dirigia colidir com outro veículo na RSC-377, em Capão do Cipó.
Como o Gol conduzido por ele pegou fogo, o corpo foi carbonizado, o que obriga os parentes a esperar pela confirmação via exame de DNA. A previsão é de que o resultado demore até 20 dias, deixando os familiares sem data para o último adeus.
O drama da espera
A filha de Luiz Antônio, Ana Paula Viana, contou que a rotina da família virou uma vigília por informações. O Posto-Médico Legal de Santiago, onde o corpo está, depende do exame realizado em Porto Alegre para liberar o sepultamento. Enquanto o documento não sai, a comunidade de Tupanciretã se solidariza com os parentes, que ainda buscam forças para organizar os atos fúnebres de um homem querido, que era viúvo, pai de duas filhas e avô de oito netos. (Jornal Manchete Digital (JMD), de Tupanciretã)
A situação dos feridos
O acidente também envolveu um Focus com cinco pessoas de uma mesma família, que voltavam de uma visita a parentes em Santiago. Entre eles, dois gêmeos de 13 anos. A adolescente segue internada em Santa Maria após uma cirurgia devido a um traumatismo craniano. As causas do choque entre os dois veículos continuam sob investigação da polícia, que tenta montar o quebra-cabeça da tragédia que marcou o final de semana na rodovia.
Redação, João Lemes; Fonte: Jornal Manchete Digital
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