Para aqueles que clamam pela pena de morte em todo o mundo para crimes hediondos, vale lembrar que é preferível ter 10 criminosos soltos do que um inocente preso, ou morto caso, a pena de morte fosse aplicada.
EUA – À época, a polícia afirmou que o culpado era um homem negro, em um bairro de maioria branca. Ele cumpriu a sentença integral de sete anos de prisão. Porém, passou a lutar para limpar seu nome.
Eonard Mack, de 72 anos, foi inocentado de uma acusação de estupro, quase cinco décadas depois, graças a um novo exame de DNA. Ele foi preso em 1976, em Greenburgh, no estado de Nova York. Uma campanha da “Innocence Project” auxiliou no processo de defesa e identificou o verdadeiro culpado.
A organização apontou os fatores que contribuíram para a condenação errônea – considerada pelas autoridades como a mais longa da história dos EUA. Com o desdobramento positivo, Mack se manifestou. “Agora a verdade veio à tona e posso finalmente respirar”, desabafou.




