O velho pesadelo já está assombrando as noites dos membros da Upa. É que na próxima terça-feira, 5 (19h), o processo será julgado no Superior Tribunal Eleitoral.
Esse processo, que teve início com a famosa denúncia da dona Rosinha, alegando que alguns membros da coligação estariam comprando votos ou prometendo comprar, se arrastou pelos tribunais até chegar em Brasília.
Em uma das decisões, o prefeito Gambá e o ex-vice Jeremias chegaram a ser afastados. No entanto, uma grande articulação do advogado Juliano Bernardi conseguiu mantê-los até agora. O mesmo aconteceu com Vasco Carvalho, que hoje, inclusive, preside a Câmara.
Já o vice-prefeito Jeremias, esse renunciou e até foi embora da cidade.
Quanto ao que pode acontecer, ah, se eu soubesse. Mas analisando o processo até agora e pensando em uma hipótese lógica, é possível que prossiga tudo como está.

Em caso de cassação, a própria Justiça teria que nomear um prefeito temporário, que poderia ser um secretário (no caso, o procurador jurídico) até que um novo presidente da Câmara seja empossado, para depois assumir o Executivo. No caso em tela, esse vereador seria o atual vice-presidente Franklin Buiú.
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NOTA – É importante lembrar que o atual presidente da Câmara, Vasco Carvalho, também seria cassado em caso de derrota no processo.
Quanto às eleições suplementares, como ocorreu em Capão do Cipó, isso não ocorreria em São Chico porque já se passaram dois anos desde o primeiro pleito.
No entanto, é bom lembrar ao leitor que, baseado nos acontecimentos até agora, nada do que eu disse pode ser considerado 100%, exceto a data de julgamento da ação.
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