Ao presenciarmos uma cena na entrada do mercado da rede Vivo, a redação tomou a iniciativa de informar o Conselho Tutelar. Fomos esclarecidos pelo de que se trata de crianças indígenas que não pertencem à nossa região, cujos pais seguem normas e costumes próprios.
Mesmo considerando a origem indígena dessas crianças (regras próprias), elas não podem ser submetidas a exploração dessa natureza, conforme determina a lei.
O Conselho Tutelar enfatizou que é necessário respeitar os direitos e o bem-estar dessas crianças, independentemente da sua origem étnica.
O fato foi comunicado à Promotoria e à direção do mercado sobre essa situação, a orientações é para evitar que tais circunstâncias persistam.
É fundamental que todas as crianças, indígenas ou não, tenham a oportunidade de desfrutar de um ambiente seguro e saudável, onde seus direitos sejam respeitados e protegidos.





São vitimas do sistema apenas, primeiro voce tira a natureza deles, faz eles esquecerem que podiam viver soltos na natureza, e ai voce insere eles no sistema onde temos de comprar tudo, pagar tudo, e eles ficam dependentes a sobreviver pendurados no sistema