Durante a Segunda Guerra Mundial, o presidente Getúlio Vargas demonstrou afinidade com o Eixo, especialmente os alemães, devido à importância econômica desse mercado para o Brasil.
Treinamentos com a Gestapo e entrega de judeus alemães aos nazistas indicam essa proximidade.
Vargas também orientou diplomatas a não conceder vistos a judeus e minorias.
A revelação veio por meio das Circulares Secretas nos anos 1980.
O Brasil entrou na guerra ao lado dos aliados devido a uma aliança comercial, política e cultural com os EUA.
Campos de concentração foram mantidos no Brasil, onde alemães, italianos e japoneses sofreram maus-tratos.
- Esses campos, embora não fossem de extermínio, estavam longe de serem lugares benignos. Cerca de 5 mil pessoas foram confinadas nesses locais.
A espionagem nazista no Brasil indicava que, se a Europa fosse conquistada, Hitler voltaria sua atenção para o país.
Até o fim da guerra, o Ministério da Justiça manteve 31 campos de concentração em lugares como Pindamonhangaba e Guaratinguetá (SP), Joinville (SC) e Rio de Janeiro.
Para lá, eram mandados os inimigos que chegassem ao país durante o conflito ou que fossem suspeitos de espionagem.
Foto: prisioneiros em Joinville – Crédito: Wikimedia Commons

FONTE: Os campos de concentração de Getúlio Vargas (uol.com.br)




