O candiru, conhecido como “peixe-vampiro”, mede entre três e 12 centímetros e vive em águas turvas das bacias Amazônica, Prata, São Francisco e do Leste. O corpo liso e os ossos afiados dificultam sua remoção quando ele penetra em orifícios humanos. Há duas famílias: os candirus verdadeiros, que se alimentam de sangue, e os candirus-açu, que consomem carcaças.
Especialistas em Rondônia registram cerca de 10 casos anuais de penetração do candiru em seres humanos. O peixe se atrai por odores como urina e sangue, entra nos orifícios das vítimas e se fixa com espinhos. Sua remoção geralmente exige cirurgia, pois ele se expande no interior do corpo e pode causar hemorragias e infecções.
Para evitar ataques, especialistas recomendam o uso de trajes de banho que cubram os genitais, evitar nadar em locais desconhecidos, não entrar na água com ferimentos ou durante a menstruação e não urinar na água. Em caso de ataque, a vítima deve procurar um médico e não puxar o peixe, pois isso pode agravar os ferimentos.
Fonte: GAZETA DE SÃO PAULO.
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