Cientistas da Universidade Purdue (IUPUI), localizada em Indiana, nos Estados Unidos, destacaram a larva da farinha amarela como uma solução alimentar devido ao aumento da população mundial. Eles analisaram os genomas da larva Tenébrio molitor, anteriormente vista como uma praga.
O estudo, publicado no Journal of Insects as Food and Feed em 2020 sugere que essas larvas são ricas em proteínas e podem servir como fonte alternativa de alimento, além de serem úteis como fertilizantes orgânicos.

Muitos animais incluem as larvas em sua dieta natural, e a indústria de ração poderia usar esses insetos, incluindo possíveis aplicações na alimentação humana.