Casal que devolveu crianças após a adoção terá que pagar sessões de terapia para elas

Além da terapia, o Ministério Público também requisita uma indenização de 150 mil para cada criança por danos morais

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Em Santa Catarina, um casal que iniciou o processo de adoção e depois desistiu terá que pagar terapia para as duas crianças envolvidas.

As crianças, de quatro e oito anos, foram devolvidas ao acolhimento após mais de quatro meses vivendo com a nova família, devido ao comportamento de um dos menores.

A decisão judicial liminar exige que o casal custeie dez sessões de acompanhamento psicológico especializado para cada criança.

O Ministério Público moveu a ação após a desistência do casal, alegando que o comportamento problemático de uma das crianças, como recusa em ir ao médico e em fazer tarefas escolares, tornaria a adoção insustentável.

Apesar de acompanhamento e orientações profissionais, o casal manteve sua decisão, resultando na revogação da guarda e retorno das crianças à instituição de acolhimento.

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