Santiago – O vereador Magdiel (PL) foi o legítimo homem errado, na hora errada e no lugar errado. Acabou levando o que estava guardado pro Gildo. Segunda vai dar brigadiano na câmara, além do João Alberto. Aliás, essa rusga era pedra cantada, pois o sargento gaúcho taura e presidente não teve competência e afrouxou muito a rédea.
Vem cá – Dizem que ninguém quer ir na festa de amigo secreto do Sudati Jerivá.
E o Xuxu assistindo a tudo sem mover um dedo. Um homem daquele tamanho serve pra quê, na Câmara?
Engana-se aquele que pensou que essas rusgas de polícia, os deixa disso, pega e larga, puxa e frouxa, só aconteciam em câmaras do interiorzão.
Santiago, que era exemplo de câmara, acabou no meio de um escândalo que repercute por todo o estado: uma briga, agressão, espancamento, ou tumulto, entendam como quiserem, envolvendo dois vereadores que são oposição.
Desde o início, venho dizendo que isso é pedra cantada, porque o presidente João Alberto (PP) não disciplinou a turma como deveria desde o começo, na falta de decoro do Gildo Fortes (PL) o qual está agora sendo alvo de um processo de cassação. Só que esse corretivo demorou muito para botar um freio na língua dele. Então, deu no que deu.
É interessante notar que Gildo e Magdiel, são bolsonaristas de cruz na testa; e parte dos bolsonaristas acharam a invasão ao Congresso, inclusive derrubando a guarda do cavalo, linda, como um grito de liberdade.
E até hoje, muitos bolsonaristas pensam que aqueles que estão presos são inocentes.
Não estou afirmando que Gildo e Magdiel pense assim, mas grande parte dos bolsonaristas pensa dessa forma.
Agora, nesse ataque legislativo, pior ainda, um ataque aos seus pares, fica a ideia de que quando é no nosso que arde, aí não estará certo.
Diante de tudo isso, que agora vai para a justiça, cabe uma reflexão: a violência, quando física, é a maior demonstração de fraqueza do ser.




