O Centro Estadual de Vigilância em Saúde confirmou a identificação do vírus nos animais mortos em vários municípios gaúchos, como Riozinho, Três Coroas, Santo Antônio das Missões e São Borja (dois casos confirmados). Os resultado ressaltam a importância da vacinação e da preservação dos bugios como indicadores da presença do vírus em uma região.
No primeiro semestre de 2023, o estado já havia registrado dois casos positivos em macacos.
A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos, com dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. Os bugios são considerados sentinelas, indicando a presença do vírus em áreas rurais ou de floresta. Desde 2009, não há casos humanos confirmados de febre amarela no estado.
A população é aconselhada a se vacinar, especialmente em áreas de turismo rural.
A vacina, oferecida pelo SUS, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde, com recomendações específicas para diferentes faixas etárias e grupos de risco. A orientação inclui o uso de repelentes em áreas silvestres.



