Especialistas afirmam que escolas precisam adotar procedimentos para se adequar às leis. Rede estadual desenvolve protocolos de paz e segurança nas escolas desde 2023. Protocolos orientam identificação, mediação e encaminhamento de casos de violência.
O que dizem os especialistas
A psicóloga Carolina Lisboa alerta para sinais de bullying, como mudanças de comportamento. Comparações e formação de identidade na adolescência podem motivar agressões. Solução não é adequação a padrões ou mudança de escola, que pode revitimizar. Famílias devem passar valores, criticar padrões impostos e exaltar diversidade. Empatia é comportamento aprendido e deve ser estimulado pelos pais.
O advogado Luciano Escobar critica responsabilização integral das escolas pela nova lei. Afirma que escolas recebem alunos por poucas horas e que família tem papel central. Defende adoção de procedimentos de compliance pelas instituições de ensino. Questiona necessidade de tipificação penal específica, já que há crimes similares previstos.
Guilherme Corte, da Seduc (POA) considera importante a tipificação penal do bullying. Destaca que nem toda violência deve ser tratada como crime, priorizando mediação. Seduc criou núcleo com psicólogos e assistentes sociais para intervenções nas escolas. (GZH)




Acho ótimo
Pode ser que assim os Pais se impõe a educar os filhos em casa, ao invés de responsabilizar escolas e terceiros por suas responsabilidades!!
Pq botar filho no mundo e fácil, criar , ensinar, e educar é outra coisa!
Pq quem educar em casa, não precisa buscar na delegacia…
Mas muitas vezes tem que buscar em hospitais ou enterrar seus filhos por causa dos filhos dos outros!!