Estado – RS – A presença cada vez maior de academias mostra uma mudança clara no comportamento. O que antes era visto como luxo ou vaidade, hoje virou parte da rotina de muita gente. Tem local cheio, fila e até lista de espera em planos mais caros.
Não é só modismo
A ideia de que academia é só para estética ficou para trás. Hoje, o foco é saúde física e mental. Muita gente prefere cortar outros gastos para manter o treino em dia.
Mercado em alta
Grandes redes seguem investindo pesado. Tem unidade que custa milhões e planos que chegam a 1,8 mil por mês. Mesmo assim, tem gente esperando vaga para entrar.
Novo perfil
O aluno mudou. Frequenta mais, exige mais e quer resultado. Não aceita mais aparelho parado ou treino sem acompanhamento. Quer qualidade e atenção.
E o que vem pela frente
A tendência é de crescimento. O setor ainda está longe do limite. Para muitos, essa onda está só começando e deve ganhar ainda mais força nos próximos anos.
Academias de luxo: Plano de R$ 1,8 mil e tem fila
Estado – RS – O Grupo Smart Fit está expandindo os negócios no estado e vai abrir a primeira unidade da Bio Ritmo em Porto Alegre, no shopping Bourbon Carlos Gomes. A rede, que já tem 20 academias, foca agora no público de alto padrão. Para se ter uma ideia, o investimento em uma única unidade dessas chega a 20 milhões.
Saúde em primeiro lugar: Segundo Diogo Corona, o pessoal parou de olhar a academia só pela estética e agora foca na saúde. Por isso, muita gente aceita pagar mais caro para ter um serviço melhor. No plano mais luxuoso, o Infinity, o aluno desembolsa R$ 1,8 mil por mês e tem direito a personal, nutricionista e até exame de DNA para ajustar o treino.
Musculação é o forte
O perfil do gaúcho é mais de treino individual. Diferente do Nordeste, onde o povo gosta de dança e aulas coletivas, por aqui a musculação reina absoluta. O uso de remédios para emagrecer também aumentou a procura pelos pesos, já que quem perde gordura rápido precisa segurar o músculo para não ficar “murcho”.
Tecnologia no treino
A nova aposta da rede é a hiperpersonalização. Os professores usam tablets para saber exatamente quem é o aluno, o que ele quer e se prefere ser abordado ou treinar na dele. Com 80% das lojas próprias, o grupo quer manter a qualidade lá no alto, tratando o exercício como um item essencial que ninguém quer cortar do orçamento.
Redação, João Lemes; Fonte: Giane Guerra/Rádio Gaúcha 🎙️
Acompanhe o NP pelas redes sociais:
- Tiktok: @np.expresso
- Comunidade no WhatsApp: Clique Aqui
- Instagram: npexpresso
- Facebook: NPExpresso



