Amparo às vítimas invisíveis

O poder público não pode devolver a mãe perdida, mas pode amparar quem ficou

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Cacequi – RS – A iniciativa da vereadora Cláudia Gandor, PP, é daquelas que merecem ser destacadas e, sim, copiadas. Em meio à dor dos feminicídios, muitas vezes o foco fica apenas no crime e no agressor. Mas há vítimas que seguem sofrendo em silêncio: os filhos. Garantir um salário mínimo até os 18 anos; e até os 24, se estiverem estudando, é mais do que auxílio financeiro. É dar dignidade, é oferecer chance real de futuro para quem perdeu a mãe de forma brutal.

Responsabilidade social concreta

O manifesto que reuniu 500 pessoas em Cacequi mostrou que a comunidade está cansada de estatísticas. A proposta transforma indignação em ação prática. Se aprovada, será exemplo de política pública sensível e necessária. O poder público não pode devolver a mãe perdida, mas pode amparar quem ficou. Que outros municípios e o próprio Estado olhem com atenção para essa ideia e entendam que proteger essas crianças é também enfrentar o ciclo da violência.

caso recente:

A jovem Cássia Girardi do Nascimento faleceu há poucas semanas e deixou um filho pequeno.

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