Estado– RS – A caneta dos fiscais trabalhou pesado nas últimas três semanas em solo gaúcho. Uma força-tarefa reunindo a ANP e órgãos de defesa do consumidor passou o pente-fino em 32 postos e distribuidoras para conferir se o motorista não estava sendo passado para trás. O resultado acendeu o alerta: 13 estabelecimentos apresentaram irregularidades. Entre os problemas mais graves, os fiscais encontraram a famosa “bomba baixa”, onde o volume entregue no tanque é menor do que o marcado no visor, além de falhas cadastrais e falta de identificação dos produtos.
Interdições e multas pesadas
Dois postos chegaram a ser interditados imediatamente, sendo liberados só após corrigirem os erros. Agora, os 13 autuados — espalhados por cidades como Porto Alegre, Santa Maria, Canoas e Caxias do Sul — respondem a processos administrativos. O prejuízo para os donos pode ser salgado: as multas variam de R$ 5 mil a R$ 5 milhões, e em casos extremos, o posto pode ter o alvará cassado e fechar as portas de vez. A fiscalização mira também o monitoramento de preços, já que o óleo diesel disparou 50% para o setor agrícola após o início do conflito no Irã.
Onde a fiscalização bateu
Na lista dos autuados aparecem nomes conhecidos em diversas regiões. Em Santa Maria, três endereços foram notificados (Avenidas Prefeito Evandro Behr e Presidente Vargas, além da Rua Euclides da Cunha). Em Canoas, as autuações ocorreram nas avenidas Guilherme Schell e Boqueirão. Já na Serra, postos nas ruas Tronca e Moreira César, em Caxias, entraram na mira. A orientação da força-tarefa é que o consumidor continue denunciando qualquer suspeita de preço abusivo ou má qualidade, pois a blitz deve seguir enquanto durar a instabilidade no mercado.
Redação, João Lemes; Fonte: GZH 🚔
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