Porto Alegre – RS – O Hospital Fêmina, localizado no bairro Rio Branco, precisou tomar uma medida drástica para conter um inimigo invisível. A unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal foi fechada temporariamente após a identificação de uma bactéria multirresistente. Infelizmente, um dos bebês infectados, que era um prematuro extremo, não resistiu e faleceu. O hospital esclareceu que o germe é difícil de tratar, mas ainda responde a alguns antibióticos específicos.
O perigo para os pequenos
A bactéria encontrada, chamada Acinetobacter baumannii, é comum em superfícies de hospitais, mas vira uma ameaça mortal dentro de uma UTI. Segundo especialistas, ela ataca o sistema respiratório e, como os bebês ainda não têm a imunidade formada, o estrago é grande. O médico infectologista Alexandre Schwarzbold explica que o uso excessivo de remédios acaba criando essas “superbactérias”, que sobrevivem onde as outras morrem, exigindo um rigor total na limpeza e no isolamento dos pacientes.
Higiene é a principal arma
Para evitar que o surto se espalhe, o hospital isolou a área e reforçou a desinfecção de equipamentos. Médicos alertam que a forma mais comum de contágio é pelo toque, por isso lavar as mãos e usar álcool em gel é fundamental para quem circula em ambientes de saúde.
Redação, João Lemes; Fonte: GZH e Hospital Fêmina 🏥
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