O Estado registrou prisões por crimes relacionados às cheias. As catástrofes afetaram mais de 2 milhões e 300 mil moradores, causando 155 mortes e dezenas de desaparecidos.
Tipos de crimes
- Crimes patrimoniais: 48 prisões por roubos e furtos de pessoas afetadas pelos temporais
- Crimes em abrigos: 49 prisões por ocorrências dentro dos locais que recebiam desabrigados
- Outras prisões: não há detalhamento das demais prisões
Casos emblemáticos
- Arroio do Meio: uma família teve sua loja roubada, com um prejuízo estimado em R$ 2 milhões
- Eldorado do Sul: cidade isolada pelas águas, dificultando o acesso da polícia e facilitando a ação de criminosos
- Montenegro: uma personal trainer teve sua casa furtada após ser obrigada a sair devido à cheia do Rio Caí
Atuação das forças de segurança
- Brigada Militar: efetivo de 17,8 mil policiais, com apoio de 700 soldados de outros estados, totalizando entre 6,5 mil e 7 mil PMs por dia no estado
- Polícia Civil: rondas nos abrigos e investigações de crimes, como tráfico de drogas e golpes virtuais
- Uso de tecnologia: drones com sensores termais e infravermelhos, além de óculos de visão noturna para identificar criminosos

Outros crimes relacionados
- Tráfico de drogas: pai e filho presos por desviar alimentos destinados a desabrigados para o tráfico
- Golpes virtuais: operação prendeu três suspeitos de criar site falso para arrecadar doações, imitando a página oficial do governo. (GZH)



