Porto Alegre – Em fevereiro de 2017, a Polícia Civil descobriu um plano de fuga envolvendo um túnel de 47 metros escavado de uma casa próxima ao Presídio Central. O objetivo era facilitar a evasão de 200 a mil presos, liderados por uma facção criminosa. O mentor do plano, Tiago Benhur Flores Pereira, foi identificado e transferido para uma penitenciária federal após o desmantelamento do esquema.
Após receber prisão domiciliar humanitária para realizar cirurgia, Benhur rompeu a tornozeleira eletrônica e está foragido desde julho de 2024. Líder de uma facção investigada na Operação Tríade, ele é acusado de gerenciar tráfico de drogas e conexões internacionais. Apesar de novos mandados de prisão, Benhur e outros dois integrantes do grupo ainda não foram localizados.
O Presídio Central, famoso pela superlotação, foi desativado, com novas instalações previstas para reabertura em 2025. A facção criminosa envolvida no caso, originária do Vale do Sinos, evoluiu de disputas violentas para um modelo empresarial focado no tráfico de drogas, acumulando movimentações milionárias, conforme investigações recentes.
Fonte: GZH.
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