A Polícia Civil indiciou o dono da Pousada Garoa, André Kologeski da Silva, e dois servidores da Prefeitura de Porto Alegre, Cristiano Atelier Roratto e Patrícia Mônaco Schüler, por incêndio culposo com resultado morte. A tragédia ocorreu em 26 de abril e vitimou 11 pessoas na hospedaria voltada para atender pessoas em vulnerabilidade social. A investigação apontou negligência na manutenção do imóvel e omissão nas vistorias realizadas pela Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc).
O delegado Daniel Ordahi destacou que o prédio tinha estrutura precária, como madeira velha e instalações elétricas expostas. Os servidores da Fasc não relataram as irregularidades em vistorias periódicas, enquanto o proprietário não realizou adequações necessárias. Apesar de não haver dolo, a polícia concluiu que a omissão contribuiu para o incêndio.
Se condenados, os indiciados podem pegar até quatro anos de prisão. A defesa do proprietário aguarda o relatório final e o posicionamento do Ministério Público. A Fasc e os demais envolvidos ainda não se manifestaram publicamente. O incêndio começou de madrugada, e o fogo se espalhou rapidamente, causando mortes e ferimentos graves.
Fonte: G1.
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