A investigação revelou que o suspeito tinha um caso extraconjugal com a vítima Gabriela Nunes de Azevedo. E sua esposa, ao descobrir o envolvimento, teria participado do plano de execução. O estopim para o crime teria sido quando Gabriela informou ao suspeito que estava grávida dele.
Apesar de mandados terem sido cumpridos em várias localidades, os suspeitos não foram encontrados e são considerados foragidos.
A vítima foi morta com um tiro disparado de cima para baixo, indicando execução, e o crime ocorreu pelo menos quatro dias antes da descoberta do corpo.
Devido ao estado de decomposição, não foi possível confirmar se a vítima estava realmente grávida. A polícia continua investigando para localizar os acusados foragidos.

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