O escorpião-amarelo representa um problema de saúde pública no RS. Sua picada pode causar envenenamento grave, e sua reprodução ocorre facilmente em áreas urbanas, como ralos, entulhos e frestas de paredes. Municípios como Porto Alegre, Sapucaia do Sul e Alvorada estão entre os mais afetados. Desde 2013, o escorpião foi identificado em 37 cidades, com acidentes registrados em 17 delas.
A população deve notificar as ocorrências às secretarias de saúde, que realizam a identificação e controle. A limpeza de terrenos baldios e o combate às baratas ajudam a reduzir a infestação. É essencial vedar fossas, ralos e frestas em paredes. O uso de inseticidas não é recomendado, pois pode desalojar os escorpiões e aumentar o risco de acidentes. A busca-ativa deve ser feita por profissionais treinados com equipamentos de proteção.
Para evitar acidentes, é importante examinar roupas, calçados e roupas de cama antes do uso. Manter móveis afastados das paredes e evitar contato com locais escuros e úmidos também reduz o risco. Em caso de picada, a vítima deve procurar atendimento médico imediato. O Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul atende emergências pelo telefone 0800-721-3000.
Fonte: Ascom SES/RS.
LEIA TAMBÉM: Guarda-vidas evitam afogamento no Balneário de Jacaquá
Acompanhe o NP pelas redes sociais:
- Instagram: npexpresso
- Facebook: NPExpresso
- Comunidade no WhatsApp: Clique Aqui