Estado – RS – O trabalho de pessoas que cumprem pena tem reforçado os serviços públicos em 59 municípios gaúchos. Atualmente, 978 apenados atuam por meio de 71 convênios entre a Polícia Penal e prefeituras, câmaras de vereadores e autarquias. Eles trabalham na limpeza de ruas, manutenção, construção civil, carpintaria, reformas e produção de materiais para uso das comunidades.
Benefício para todos
Os trabalhadores recebem pelo menos 75% do salário mínimo e têm direito à redução da pena na proporção de um dia a menos para cada três dias trabalhados. Os presos do regime semiaberto usam tornozeleira eletrônica, enquanto os do regime fechado atuam sob escolta da Polícia Penal.
Projetos viram exemplo
Pelotas é o município que mais emprega apenados no Estado, com 86 trabalhadores. O projeto Mão de Obra Prisional no Sistema Único de Saúde completou dez anos e se tornou referência nacional. Bagé e Alegrete também se destacam com dezenas de apenados atuando em serviços públicos.
Produção ajuda a comunidade
Além dos trabalhos externos, presídios produzem blocos de concreto, tubos, fraldas, absorventes, móveis e até refeições para programas sociais. Segundo a Polícia Penal, a iniciativa contribui para a ressocialização, reduz a reincidência e gera economia para os municípios.
Redação, João Lemes. Fonte: Polícia Penal/Secom RS.
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