Ijuí – RS – (Região Noroeste) – O Instituto Penal alcançou uma marca importante na ressocialização. Hoje, oito em cada 10 detentos estão ocupados com alguma atividade profissional, seja dentro ou fora da estrutura do presídio. São 20 apenados trabalhando no pátio interno e outros 105 que saem para frentes externas de emprego, ajudando a diminuir o tempo de cadeia pelo esforço do próprio braço.
Parcerias que dão resultado
Os números cresceram graças a termos de cooperação assinados com a prefeitura e com empresários da iniciativa privada. O diretor do local, Diego Zimmermann, informou que o processo para abrir mais 20 vagas já está andando. Segundo ele, essa união mostra a confiança na Polícia Penal e abre portas para que essas pessoas voltem recuperadas para o convívio da sociedade.
Estudo e leitura no contraturno
Para não ficar com a mente vazia, os presos conciliam o serviço com as aulas. Eles trabalham em um turno e estudam no outro, tudo fiscalizado todo mês pela Vara de Execuções Criminais. No ano passado, quase 30 detentos fizeram as provas do Enem e do Encceja para buscar o diploma. Além disso, dezenas de internos estão matriculados no ensino fundamental, médio e em cursos para aprender uma profissão.
Remição pelo hábito de ler
A leitura também ganhou força como ferramenta para diminuir a pena. Quase 20 detentos conseguiram abater dias de condenação só lendo livros e fazendo relatórios na biblioteca da casa. Como diz o ditado, “mente vazia é oficina do diabo”, e o presídio aposta forte no trabalho e nos livros para mudar o rumo de quem acabou errando o caminho na vida.
Redação, João Lemes; Fonte: Polícia Penal e SSPS 🚔
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