Estado – RS – O presidente estadual da sigla, Moisés Barboza, garante que ela já deu o “sim” para a direção e para o pré-candidato a governador, Marcelo Maranata. A ideia é fazer uma festa grande em fevereiro para marcar a filiação de Yeda, que estava fora da legenda desde 2024.
O foco da ex-governadora O plano de Yeda é concorrer ao Senado em 2026. Segundo as lideranças tucanas, ela quer resgatar o respeito da Casa e focar na busca de recursos para o RS. Yeda entende que o Senado perdeu espaço e importância nos últimos tempos e acredita que sua experiência pode ajudar a mudar esse cenário.
Falta a assinatura oficial Mesmo com o otimismo dos tucanos, Yeda desconversa um pouco e diz que qualquer acerto exige um contrato bem amarrado. Ela confirmou que apoia Maranata para o governo, mas afirma que ainda é cedo para cravar uma data de retorno. Por enquanto, ela se dedica a montar uma agenda política para o grupo.
Disputa pesada pela frente Se confirmar o nome, Yeda vai enfrentar uma briga feia pelas duas vagas de senador. Outros nomes como Manuela d’Ávila, Marcel van Hattem, Paulo Pimenta e Sanderson também estão no páreo. Até o governador Eduardo Leite é cotado para a disputa, caso não consiga decolar sua candidatura para presidente.
(GZH)
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