(J.Lemes)
Oposição nas palhas?
Quando a oposição santiaguense perdeu a eleição, muitos culparam a falta de estratégias, pra não dizer que os candidatos eram fracos. “Tudo bem, na outra vamos começar mais cedo a nos articularmos”, disse um dos líderes. Queria lembrar aos perdedores que se aproxima o ano de preparar gente nova.
O velho jeito PP
E por incrível que pareça, nem o PP parece ter cartucho pronto. Uns dois ou três nomes já furaram, enquanto os velhos estão querendo de novo. Fica uma pergunta: Sem Ruivo, sem Chicão, sem Rodrigão, o jeito será o Tonhão? O slogan já estaria pronto: “vote no velho, pra renovar”!
Só o nome não basta
O vice está dado como certo, que é o Tiago Gorski. Notaram como o rapaz vem se desdobrando em rádios e jornais para manter o nome no ar? O problema é que há um certo exagero que pode levar seu nome à uma superexposição. Resumindo pra quem não sabe: o cartucho, mesmo sendo forte pode ser queimado antes do tempo.
Peixoto vai pro
lado do contra?
Há fortes rumores de que o ex-deputado Marco Peixoto estaria de malas prontas pra vir concorrer pelo seu antigo PP, isso se os caciques o quiserem, e pelo que se nota, não querem. Como hoje o Peixoto está sem partido, pode entrar noutro qualquer e ser um baita aliado da oposição que, pra ganhar uma vez que seja, poderá fazer parcerias, até as mais estranhas. Quem duvida é louco!
Vamos com
os mesmos?
Em Santiago o nível da mesmice no poder chegou a tal ponto que o partido é o que menos interessa; o que muitos querem é ver gente nova no comando e poder dizer de peito estufado: “chega dos mesmos”.
Recebi o vereador Bianchini aqui no Expresso. O nosso D’Ferro vai enfrentar as urnas e arriscar a armadura numa corrida eleitoral. Quando lhe perguntei o motivo da visita, respondeu: “Vim me apresentar”. Muito bem! Sucesso!



