
A sexualidade feminina é mais complexa do que a masculina, e questões como falta de desejo sexual e dificuldade em atingir o orgasmo são comuns entre as mulheres. A psiquiatra Rosemary Basson propôs um modelo que reconhece diversos fatores psicológicos e sociais que influenciam a libido feminina, como satisfação no relacionamento, autoimagem, experiências sexuais passadas e estresse diário.
O autoconhecimento é fundamental para compreender a sexualidade feminina e encontrar estratégias para lidar com essas dificuldades.
É importante também que as mulheres se comuniquem com seus parceiros e compartilhem suas necessidades.
O desejo sexual feminino geralmente é responsivo, ou seja, surge como resposta à interação com o parceiro.
A Medicina do Estilo de Vida pode ajudar, promovendo uma boa noite de sono, atividade física regular e uma dieta saudável.
O autoconhecimento é considerado o verdadeiro “Viagra” feminino, permitindo que as mulheres se permitam e se entreguem ao prazer.
A psiquiatra canadense Rosemary Basson propôs um modelo, nos anos 2000, que reconhece que o funcionamento sexual feminino ocorre de maneira mais complexa do que o masculino. E isso devido a inúmeras questões psicológicas e sociais, como:
1) Satisfação com o relacionamento: intimidade, conexão emocional, segurança, comunicação aberta e honesta com o parceiro sobre sexo.
2) Autoimagem e autoconfiança: como se sente em relação ao seu corpo, à sua aparência, ao empoderamento.
3) Relações sexuais ou experiências negativas anteriores: traumas, tabus, e crenças limitantes (“o sexo é para agradar o homem”).
4) Sobrecarga e estresse do dia a dia: a mulher muitas vezes está com a cabeça em outro lugar (filhos, casa, trabalho) na hora do sexo. (Revista Veja)



