
(por João Lemes) Normalmente é o árbitro de uma partida que recebe críticas e acusações de ser “ladrão”, “sem vergonha” ou “filho da mãe”. No entanto, há muitos anos não se tem notícias de falcatruas envolvendo os homens do apito. Mas recentemente surgiu uma série de penalidades máximas marcadas contra jogadores que estão envolvidos em um esquema de facilitação de resultados nos jogos. A seguir estão os detalhes desses jogadores e suas ações fraudulentas:
O Ministério Público de Goiás investiga um esquema de manipulação de resultados em partidas do Campeonato Brasileiro das Séries A e B de 2022, bem como do Paulistão e do Campeonato Gaúcho deste ano. O esquema envolve jogadores cooptados por grupos criminosos que recebiam subornos para provocar cartões amarelos, cartões vermelhos e outras ações dentro de campo.
Até o momento, sete jogadores estão sendo investigados. São eles:
Eduardo Bauermann (Santos) Recebeu 50 mil para ser punido com cartão amarelo na partida.
Kevin Lomónaco (Bragantino) Recebeu 30 mil para ser punido com cartão amarelo durante a partida.
Moraes Jr. (Juventude) Recebeu 5 mil para ser punido com cartão amarelo na partida.
Paulo Miranda e Gabriel Tota (Juventude) Receberam 5 mil para Paulo Miranda ser punido com cartão amarelo na partida.
Igor Cariús (Cuiabá) Recebeu 5 mil para ser punido com cartão amarelo na partida.
Fernando Neto (Operário) – 40 mil para ser punido com cartão vermelho na partida.
Victor Ramos (Chapecoense) Recebeu a promessa de 100 mil para cometer uma penalidade, mas o pagamento não saiu.
Além desses jogadores, outros dois gaúchos também estão sendo investigados:
Nikolas Farias, zagueiro do Novo Hamburgo, e Fernando Jarro Pedroso, atacante do Inter de Santa Maria. Eles receberam a promessa de 80 mil e 70 mil para cometerem pênaltis em partidas do Gauchão. (GZH)



