Jaqueline Konrad é uma investidora financeira de São Martinho. Ela recebeu uma sentença de 13 anos de prisão.
Jaqueline e seu marido, Marcelo Soares Konrad, viajaram de Santa Rosa até Brasília junto com outros manifestantes para protestar contra os resultados das eleições, exigindo a anulação. (Via Humberto Trezzi – GZH)
Embora Jaqueline tenha alegado que estava em Brasília apenas para visitar uma sobrinha e que não tinha conhecimento prévio dos protestos, evidências encontradas em seu celular, incluindo fotos sorridentes na rampa do Palácio do Planalto e áudios demonstrando intenção de derrubar o presidente, foram usadas contra ela no julgamento.
O ministro Alexandre de Moraes destacou que Jaqueline tentava dar um golpe de Estado e decretar a intervenção das Forças Armadas, condenando-a por tentativa de golpe de Estado, associação criminosa, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
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Embora Jaqueline tenha o direito de permanecer em liberdade enquanto seus recursos contra a sentença estiverem em andamento, ela deverá cumprir a pena em regime fechado quando a sentença se tornar definitiva.
Seu marido, Marcelo Konrad, também enfrenta acusações semelhantes, mas ainda não foi julgado. Este caso faz parte do julgamento de 71 réus pelo STF pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
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