
O comandante general Arruda queria manter promoção para tenente-coronel Cid, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro e é acusado de ilegalidades com cartão corporativo.
O presidente Lula da Silva demitiu o general Júlio César Arruda do cargo de comandante Exército. A principal causa do desligamento foi uma acusação de caixa 2 contra o tenente-coronel Mauro Cid durante o governo de Bolsonaro.
Segundo apurou o site Poder360, Arruda queria manter a nomeação do tenente-coronel Cid para comandar o Batalhão de Ações de Comandos em Goiânia. Lula, por outro lado, queria que a promoção do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro fosse revogada por causa das acusações.
Cid tem sido acusado de usar de maneira irregular cartões de crédito corporativos da Presidência nos 4 anos em que estava servindo a Bolsonaro. O tenente-coronel nega. Mostra os extratos do único cartão corporativo a que teve acesso. Diz que eventuais depósitos que fazia em dinheiro para prestadores de serviço do presidente e da então primeira-dama, Michelle Bolsonaro, eram recursos sacados da conta pessoal de Bolsonaro.
Depois da demissão de Arruda, o general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, de 62 anos, foi nomeado.




O que derrubou foi ele não querer trocar o comando de uma unidade! Começou!