
São Paulo – Ele foi amarrado por policiais militares após ser suspeito de furtar um mercado, pediu à Justiça que seu cliente aguarde o processo em liberdade. A prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva pela juíza.
O advogado argumenta que a decisão deveria ser anulada por abuso de autoridade. O caso ganhou repercussão após vídeos mostrarem o homem sendo carregado pelos policiais com os membros amarrados por uma corda.
A Defensoria Pública afirma que a juíza tomou a decisão antes de ter acesso aos vídeos. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Militar, e entidades ligadas aos direitos humanos pediram uma indenização por danos morais coletivos. (G1)
A Educafro – projeto voltado ao movimento negro – e outras entidades ligadas aos direitos humanos ajuizaram uma ação civil pública contra o estado de São Paulo e pediram uma indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos.




Tinham que fazer uma matéria sobre os policiais baleados por um vagabundo em uma abordagem!