Estado – RS – O cenário da sucessão estadual começa a se tornar mais delicado para o vice-governador Gabriel Souza (MDB). Partidos que integraram os dois mandatos do governador Eduardo Leite e ocuparam cargos estratégicos na gestão decidiram apoiar outros nomes, como PP, Podemos e Republicanos, que fecharam com Luciano Zucco (PL).
Tem chance ainda
Mesmo atrás nas pesquisas, que hoje apontam Zucco, Juliana Brizola (PDT) e Edegar Pretto (PT) à frente, Gabriel afirma que não se abala. A avaliação do MDB é que a campanha ainda não começou oficialmente e que, no período eleitoral, as entregas do governo Eduardo Leite poderão fortalecer sua candidatura. A leitura interna também lembra que pesquisas realizadas no início do ano eleitoral nem sempre definem o resultado final.
O papel de cada um
Nos bastidores, o MDB acompanha os movimentos do PDT. Caso o PT mantenha candidatura própria com Edegar Pretto, existe possibilidade de rearranjos. Já o papel do PSD na chapa depende diretamente da decisão do governador Eduardo Leite sobre disputar ou não outro cargo. O calendário partidário impõe prazo: se quiser concorrer à Presidência, o governador precisa renunciar até 4 de abril.
A composição final no RS está ligada ao cenário nacional. Se Eduardo Leite optar por disputar o Senado, o desenho da chapa muda e nomes como Germano Rigotto passam a ser cogitados.
Notícia baseada em análise da jornalista Rosane de Oliveira, da GZH.
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