
Santiago – A leitora Elinara Rodrigues falou que para ir ao serviço, até consegue pegar um ônibus, mas para a volta quase nunca encontra. Nós, trabalhadores, não termos um ônibus pra voltar pra casa após sair cansado do serviço, e ter que voltar a pé, mesmo que a empresa forneça a passagem”, desabafa.
Linhas reduzidas
O empresário André Mafini, diretor da Centro Oeste, disse que entende a reclamação, mas que por enquanto só consegue atuar com as linhas em horário de pique, haja vista os altos aumentos em combustíveis e peças. Além do mais, desde 2019 a tarifa não é aumentada, apesar da grande inflação atingir todos os produtos. “Estamos em negociação com a prefeitura, porque sem essa atenção não temos como alterar essa rotina”, explica Mafini.



