
A proxalutamida é um antiandrogênico (bloqueador de testosterona) pela farmacêutica chinesa Kintor
O uso do medicamento para tratar o coronavírus foi citado pelo presidente Bolsonaro ao deixar hospital em São Paulo e as redes bolsonaristas já propagam o remédio chinês testado para câncer de próstata. Porém, um estudo sobre seus efeito contra o coronavírus ainda não foi publicado
A Anvisa autorizou um estudo clínico para avaliar a segurança e eficácia da proxalutamida na redução da infecção causada pelo coronavírus. Trata-se de um estudo de fase 3 e serão incluídas pessoas com idade entre 18 e 55 anos que estejam altamente expostas ao vírus, como profissionais de saúde.

Nenhuma agência aprovou a proxalutamida
O ministro Queiroga afirmou que nenhuma agência regulatória no mundo aprovou o uso da proxalutamida contra a covid. “É necessário estudar antes. A pesquisa pode mostrar benefício, pode mostrar que não tem benefício, ou pode mostrar que pode fazer mal. Então é por isso que nós pesquisamos. Se funcionar bem, claro que todos nós ficaremos satisfeitos, mas o fundamental é avançar na campanha de vacinação. A vacina é a chave para conter a pandemia”, completou.
Estudo da terceira dose da vacina
A Anvisa também autorizou mais uma pesquisa sobre a vacina da AstraZeneca, agora para avaliar a segurança, eficácia de uma terceira dose. Esta terceira dose da vacina será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda dose.




