Dizem que se um caminhão carregado de cerveja tombar numa estrada, em poucos minutos aparece gente de tudo que é canto. Se for de carne, refrigerante ou qualquer coisa que dê prazer na hora, a turma chega tipo guacho em soro. Agora imagine um caminhão carregado de carteiras de trabalho. Pois é. A piada anda rodando por aí e faz muita gente pensar. As carteiras ficam espalhadas no chão e ninguém se abaixa para pegar uma.
O serviço não caiu do céu
Antes que alguém saia gritando que falta emprego, é preciso separar as coisas. Tem vaga sobrando em muitos setores. O que falta, muitas vezes, é qualificação. Em outros casos, falta vontade mesmo. Claro que existe quem esteja desalentado e cansado de procurar. Mas também existe um grupo grande que poderia voltar para o mercado se tivesse preparo. É aí que entram os cursos, a capacitação e o incentivo.
O prazer que dura pouco
O problema é que muita gente anda escolhendo o caminho mais curto. O prazer imediato parece mais bonito. É igual aquele sujeito que gasta tudo hoje e reclama amanhã. O trabalho quase nunca entrega recompensa no primeiro dia. Exige esforço, estudo e paciência.
O futuro não gosta de preguiça
O Araponga não alisa cabeça de burro com sabonete. Conheço gente que madrugou a vida inteira. Trabalhou no frio, no calor e debaixo de chuva. Não ficaram ricos, mas construíram casa, criaram filhos e dormem com a consciência tranquila. O trabalho continua sendo uma das formas mais honestas de crescer. E você? Se o caminhão das oportunidades tombasse hoje na sua frente, se abaixaria para pegar uma ou passaria reto olhando para o celular?
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