
(Araponga) A política é engraçada. Júlio Ruivo (PP), após deixar a prefeitura, há uns seis anos, ficou de boa, até tentar ser deputado. Como não conseguiu, saiu da campanha cuspindo marimbondo. Muitos levaram a culpa pelo fracasso. Desde Tiago até seu grande amigo, o senador Heinze.
Mas o tempo foi passando, e Heinze deu jeito de conseguir uma boca no governo Eduardo Leite (PSDB). Na direção do IPE, Ruivo se saiu bem. Muito bem nas “campanhas” que fez. Porém, num certo dia, estourou uma baita dívida do IPE com hospitais. “Pro que foi”! O governador o mandou embora antes da hora. Hora de concorrer de novo. Ótimo. Pena! Outra vez não passou…
Após a derrota, Ruivo não sumiu como outrora. Seguiu nas redes, seguiu arrastando o pé nos bailes… Mas errou feio ao abraçar, justo o pior candidato bolsonarista; o também derrotado Onyx (PL), homem quem não se vacina. Imagina o cara da saúde com um negacionista. (rá,rá, rá)
Quando Eduardo Leite venceu, muitos do PP trataram de ajeitar os cargos. E Ruivo? Que apoiou Onyx? Contar com o Tiago não dá mais; Com o Heinze, pior (após a fiasqueira como candidato ao governo).
Pois não é que o homem não se entrega fácil? Ao ver que o deputado Frederido Antunes (PP) vai para Casa Civil (principal setor do governo gaúcho), correu lá e ainda levou seu fiel escudeiro, o Rafael Amaral. Pode ser que essa peregrinação dos companheiros não seja em busca de cargos. Vai ver, eu estou errado. Mas olhe: No creo en brujas, pero que las hay, las hay!



