
(João Lemes) O humano sempre pensou que as leis são para os outros, que a doença só atinge os outros, que o mal está nos outros… Poucos se julgam errados ou que são passíveis de erros. Tampouco se julgam “do mal”. Mesmo quem pratica o mal, o faz de forma inconsciente. O faz achando que faz o bem ou justifica de milhares de formas o seu ato. No trânsito é a mesma coisa.
Todos os dias presenciamos acidentes. No Brasil, são mais de 40, 50 mortes por ano. Todos os dia saem milhares para as estradas; dezenas não voltarão. Quem é capaz de saber quem serão as vítimas? Simples: os outros.
Santiago já deu exemplo de sobra de que bebida e volante não combinam. Por mais que você esteja certo, ao ter bebido, já perdeu a razão. Aí fica uma vida soterrada e outras com muitos problemas, julgadas precocemente pelas redes sociais em vez da justiça.
Está na hora de pararmos de uma vez por todas de beber e dirigir. Largar essa “cultura”. Ela não dá certo! Não beba! Mas nem uma dose sequer. Porque você nunca sabe o que o espera na próxima esquina. Portanto, você não pode beber e dirigir; você está sujeito a errar, a matar e a morrer.




Com meus humildes 38 anos de CNH, natural aqui de Santiago, morador de Porto Alegre e Santa Maria, antes de retornar para minha terra; estando autorizado, no início de minha experiência ao volante, a beber e não se ater às medidas de segurança atuais, pois não eram restritos tais atos, jamais vi essa combinação destrutiva acabar em algo proveitoso, e como profissional na secretaria de Saúde do município, fico estarrecido como essa cultura de quem bebe mais, e tem o carro mais potente, se tornou nefasta e maléfica as gerações que certamente serão afetadas. Muita educação e divulgação positiva como essa tua podem melhorar o horizonte.