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| A jornalista Fernanda Fank (Expresso) e a promotora Karina. |
As lojas de conveniência de novo viram assunto. Aliás, elas sempre foram, pois o Expresso sempre alertou, só que agora houve uma tragédia perto daqui e a turma parece que finalmente resolveu agir. A promotora Karina levantou o tema no Expresso no Ar e o capitão Franco seguiu na Câmara. A intenção de todos é clara: acabar com as badernas ao redor das bombas e na rua.
Francamente!
O capitão Franco foi taxativo: “Na rua, nós cuidamos. Prendemos o infrator, retemos o seu som, seu carro, já que é ele quem tem que provar que não está bêbado. O problema é nas lojas dos postos. Mas em reunião com os donos, soube que eles querem uma lei que determine o horário de fechamento”, disse.
Quanto aos locais ao redor das bombas, a solução é um cordão de isolamento para que isso evite que alguém bata nelas e cause um tremendo estrago porque muitos fumam ali perto, complementou Franco.
Pelo que se vê, os donos querem que as tais lojas fechem às 2h da matina. Mas, cá pra nos, até a esse horário, todo o baderneiro que se preza já terá feito chover ou incendiado um ou dois postos no mínimo.
Isto “posto”, resta saber quem vai agir primeiro: a Câmara, a Promotoria, a Polícia ou os próprios empresários. Os moradores já vêm agindo de longa data, os baderneiros também…


