A Polícia Civil de Imbé confirmou ser de uma funcionária de uma rede de farmácias São João o áudio que circula nas redes sociais e que gerou muita polêmica em função do teor discriminatório contra pessoas consideradas gordas e feias, além de pessoas LGBTQIA+. De acordo com o delegado Antonio Carlos Ractz, a suspeita ainda não foi localizada para prestar depoimento.
LGBTQIA+ é o movimento político e social que defende a diversidade e busca mais representatividade e direitos para a comunidade. O seu nome demonstra a sua luta por mais igualdade e respeito à diversidade.
A empresa informou que o áudio foi enviado por uma funcionária sem o conhecimento da direção. Ela já foi demitida.
De acordo a polícia, a funcionária tinha vínculo empregatício há 13 anos com a farmácia e utilizou um telefone funcional da empresa para o envio do áudio. Ela deve responder pelo crime de homofobia, que é equiparado ao crime de racismo. A pena prevista é de dois a cinco anos de reclusão.



