
A Polícia Federal afirmou ter encontrado áudios que indicam que o tráfico de drogas financiou o plano de sequestro do senador Sergio Moro. Durante a Operação Sequaz, que resultou na prisão de nove suspeitos, foram encontrados bilhetes e anotações que mostram a contabilidade do crime, incluindo um informe que listava gastos de 500 mil.
A PF argumentou que o patrimônio identificado em nome de terceiros é “parte vital” das ações policiais para a desarticulação dos crimes em apuração e que, com a prisão dos líderes do grupo, o patrimônio é novamente absorvido pela organização criminosa para continuar a prática dos mesmos delitos.
A corporação também citou áudios encontrados na conta na nuvem de um dos suspeitos, que indicavam que o dinheiro recebido vinha do tráfico.
A operação visava tanto os investigados diretamente envolvidos no plano de sequestro de Moro quanto os líderes da Restrita, núcleo do PCC encarregado de eliminar ex-integrantes da facção e atacar autoridades e agentes públicos. (GZH)



