
As agressões morais ocorrem em novo momento de embate entre os poderes, paralelo ao avanço da CPI da Covid e ao crescimento da rejeição ao governo. Autoridades prestam solidariedade a Barroso e dizem que Bolsonaro quer desviar foco.
Luís Roberto Barroso, é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Beira a pedofilia
“Quero perguntar ao ministro Barroso, ministro que defende a redução da maioridade para estupro de vulnerável. Ou seja, beira a pedofilia. O ministro que defende o aborto, ministro que defende a liberação das drogas. Com essas bandeiras todas, ele não tinha que estar no Supremo. Tinha que estar no Parlamento. Lá é local de cada um defender a sua bandeira”, exclamou Bolsonaro.

Contraponto – É falso que Barroso defenda redução da maioridade para estupro de vulnerável. Na verdade, em julgamento em 2017, Barroso fez justamente o contrário: votou para manter ação penal contra jovem de 18 anos acusado de manter relações com menina de 13 anos.
Bolsonaro sob investigação
A Polícia Federal abra inquérito para investigar se o presidente Bolsonaro cometeu crime de prevaricação no caso da vacina Covaxin. A investigação foi instaurada após pedido da Procuradoria-Geral da República e de autorização da ministra Rosa Weber, (STF).
A denúncia
O inquérito é aberto após o deputado federal Luis Miranda ter afirmado que avisou o presidente sobre supostas irregularidades nas negociações pela vacina. O deputado fez a denúncia junto ao irmão, que é servidor do Ministério da Saúde e diz ter sofrido “pressões” para liberar a compra da Covaxin.



