Mesmo após deixar o cargo, presidente mantém direito a ser acompanhado por servidores, pagos com dinheiro público

Cinco assessores vão acompanhar o presidente Bolsonaro em viagem aos Estados Unidos para dar apoio e fazer sua segurança O despacho prevê que a atuação dos assessores em Miami se dará em “agenda internacional” do futuro ex-presidente da República em Miami do dia 1º de janeiro, próximo domingo, até o dia 30 de janeiro.
Bolsonaro viaja para os Estados Unidos, onde passará a virada do ano, sem participar da cerimônia de posse de Lula.
Bolsonaro não avisou sequer ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, da viagem, tampouco que não passaria a faixa. Assim que Bolsonaro deixar o espaço aéreo brasileiro, no Airbus presidencial, o VC-1 da Força Aérea Brasileira, Mourão passa a ser automaticamente o presidente, sem que tenha havido um único telefonema entre eles. Há dúvidas se ele poderá voltar em jato da FAB.
O vice Mourão também já disse que não deseja passar a faixa e que sua função se encerra em 31 de dezembro. Senador pelo RS, ele deseja ser uma espécie de líder da direita na oposição a Lula no Congresso.



