
O governo do ex-presidente demitiu o então secretário da Receita, José Tostes, pouco mais de um mês após as joias de 16 milhões, presenteadas pela Arábia Saudita a Michelle Bolsonaro, ficarem retidas no aeroporto de Guarulhos.
Outros fatores também pesaram para a demissão de Tostes. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, Bolsonaro estava pressionando pela indicação de um nome de sua preferência para a corregedoria-geral da Receita, que investigava o senador e filho do presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso das “rachadinhas”.



