
O presidente afirma que recebeu de uma equipe das Forças Armadas “que trabalha nessa questão” a avaliação de que “não existe sistema impenetrável”
Jair Bolsonaro (PL), disse que “não dá palpite” sobre as urnas eletrônicas porque o assunto está sendo tratado pelas Forças Armadas. Contudo, chamou o sistema eletrônico de votação do país de “ultrapassado” e “antigo”.
Em julho, Bolsonaro chegou a reunir embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada para colocar em dúvida a confiabilidade das urnas, sem apresentar provas ou indícios de irregularidades. Após o resultado do primeiro turno da eleição, o candidato reduziu as críticas.
— Não existe sistema eletrônico que seja perfeitamente blindado. Se nunca teve (problemas), vai chegar a hora. O que a gente sempre busca é mais uma camada de transparência. É isso que nós lutamos no passado. E, no momento, as Forças Armadas foram convidadas a integrar uma comissão de transparência eleitoral — afirmou o chefe do Executivo, em entrevista à Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. (ZH)



