A operação Escudo desencadeada após o assassinato do soldado Patrick Reis em julho, e resultou na morte de 28 civis.
A homenagem a cargo do ex-presidente e do governador de São Paulo recebeu elogios, mas também críticas devido a suspeitas de execuções e prisões erradas, sendo que o Conselho Nacional de Direitos Humanos reuniu pelo menos 11 relatos nesse sentido.
O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, negou irregularidades e afirmou que todas as ações foram dentro da lei.
Tarcísio de Freitas mencionou o apoio da população à atuação da Rota, enquanto Bolsonaro cumprimentou os policiais e recebeu uma medalha.



