
A vacina é uma das mais promissoras do mundo e a que está com estágio mais avançado. No Brasil, a tecnologia será desenvolvida pela Fiocruz
O Ministério da Saúde anunciou uma parceria com a empresa farmacêutica britânica AstraZeneca e com a Universidade Oxford, no Reino Unido. Inicialmente estão previstas 30 milhões de doses. O governo reconhece que a vacina ainda não é considerada segura nem eficaz, mas participará do seu desenvolvimento.
O governo reconhece que a vacina ainda não é considerada segura nem eficaz, mas participará do seu desenvolvimento
Na fase inicial, serão dois lotes de insumos e transferência de tecnologia: um em dezembro e outro em janeiro. Se for comprovada a eficácia, o Brasil deverá produzir mais 70 milhões de doses. Os custos da fase inicial, segundo o governo, são no valor total 695 milhões de reais.



