O Tribunal de Justiça do Estado suspendeu o referendo que decidiria pelo aumento ou não no número de vereadores (de 10 para 15, as cinco novas cadeiras custariam pelo menos 360 mil por ano ao município). Os eleitores já tinham até data para ir às urnas: 20 de maio, mas o referendo não poderia ter sido encaminhado pelo prefeito Sérgio Ghignatti por decreto. Seria necessário uma lei da Câmara. A prefeitura, no entanto, pode recorrer.


