Uma golpista foi presa acusada de vender almofadas “milagrosas” por mais de mil reais, dividido em 36 parcelas. O valor era descontado diretamente da aposentadoria dos idosos, principais vítimas do golpe. A mulher tem 258 registros policiais cadastrados e responde a vários inquéritos.
Conforme reclamações dos clientes, eram oferecidos colchões e almofadas fisioterápicas e ortopédicas que teriam propriedades terapêuticas. Cópias de documentos e assinatura de outros eram solicitadas, com a promessa de que quem pagaria pela compra dos produtos seria o INSS.


