Minas Gerais – A pequena cidade Centralina (10 mil habitantes) vive uma situação inusitada: todos os seus nove vereadores foram presos preventivamente suspeitos de corrupção. Eles são acusados de desvio de dinheiro público. Os vereadores fraudaram notas fiscais para justificar recebimento de diárias de viagens que nunca foram feitas. Além dos legisladores, um ex-servidor da Câmara e um ex-vereador também foram presos na operação “Viagem Fantasma”.


