
A esposa de caminhoneiro disse que ele foi obrigado a aderir ao bloqueio, mesmo tendo votado em Lula. Ela também afirmou que ele foi demitido depois. A Confederação de Caminhoneiros diz que não existe paralisação da categoria, mas sim de ‘grupos armados’ que não aceitam o resultado das eleições.
Em redes sociais, caminheiros que estão em pontos de bloqueios ilegais em rodovias do país relatam que foram obrigados por seus patrões a participar dos atos. Alguns também afirmam que não fazem parte do movimento e estão apenas presos no congestionamento gerado.
Apesar dos apelos das autoridades paulistas, o estado de São Paulo ainda tem muitos trechos de rodovias parcialmente interditados por grupos bolsonaristas que não aceitam o resultado das eleições, segundo o último balanço divulgado pela Polícia Militar, mas não há mais nenhuma rodovia totalmente interditada.
O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mario Sarrubbo, classificou como “organização criminosa” os responsáveis pelos bloqueios bolsonaristas que estão sendo realizados nas rodovias do estado de São Paulo. Sarrubbo afirmou ainda que investigações preliminares apontam que empresários estariam financiando os atos antidemocráticos. (G1)



