
É com base na menção ao recebimento de dinheiro por parte do prefeito Jairo Jorge (PSD), para favorecer empresas em contratos, que a Justiça determinou seu afastamento por seis meses.
Os diálogos que sugerem os repasses estão no bojo das investigações da Operação Copa Livre, deflagrada em 31 de março pelo Ministério Público, com objetivo de desbaratar um suposto esquema de corrupção entre gestores da prefeitura canoense e empresários.
Seis pessoas foram afastadas da prefeitura; o prefeito Jairo Jorge, um assessor de gabinete, o secretário de Planejamento, o secretário de Saúde e dois servidores. A investigação aponta irregularidades sobre contratos do município que somam R$ 66 milhões.



